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Latin America & Caribbean

O Banco Mundial pode fazer a diferença em um grande país de renda média como o Brasil?

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Uma das grandes aspirações do Banco Mundial é produzir um real impacto no desenvolvimento dos países. Mas quando a atuação do Banco é pequena em relação ao tamanho da nação, podemos chamá-la de transformadora?

Se você visse uma viatura policial decorada de lilás na sua rua, o que faria?

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(Foto: Camila Domingues/Palácio Piratini/Divulgação)


 

O que você faria? Olharia com espanto? Tiraria uma foto? Faria uma queixa?

Nos bairros mais violentos do Rio Grande do Sul, as reações são as mais diversas. Variam da curiosidade das crianças ao alívio de dezenas de mulheres cansadas de sofrer com as agressões masculinas. 

Ser indígena no Brasil: um cotidiano de pequenos e grandes preconceitos

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Os pais do apinajé Oscar Fernandes (foto), do norte de Tocantins, queriam registrá-lo como Wanhmẽ. Não conseguiram.

“Chegaram ao cartório e os escrivães simplesmente não deixaram registrar um nome que não fosse português. Eles me deram um nome qualquer e, no fim, puseram o do meu povo só para constar”, conta o jovem, que hoje trabalha em uma associação indígena.

A ciência da prestação de serviços de infraestrutura

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A parte realmente interessante de trabalhar em infraestrutura é todos conhecerem a própria tarefa.
 
Nós todos pagamos contas, ficamos sem energia durante tempestades e nos preocupamos com a qualidade da água que vamos beber.  Nós todos já ficamos repetindo “Alô? Alô” até percebermos que a ligação telefônica caiu depois de termos confessado “eu te amo” a um pedaço de plástico desconectado.

No Rio de Janeiro, reflorestamento muda a vida dos moradores das favelas

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Não é fácil chegar ao Morro da Formiga, uma favela que se equilibra – como um ninho de pássaro – em uma montanha na Zona Norte do Rio de Janeiro. Mas, uma vez que se chegue lá, a visão das encostas recobertas de verde é impressionante. Nem sempre foi assim. Há 16 anos, a erosão e os deslizamentos de terra ameaçavam os moradores.

O Morro da Formiga é um dos 144 pontos contemplados pelo programa de reflorestamento da cidade do Rio. Há uma semana, visitei o local com uma equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e uma jornalista da Agência France Presse (AFP). 

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Morro da Formiga. Foto: Franka Braun

Desde 1986, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAC) vem implementando um programa de reflorestamento comunitário que já plantou mais de 6 milhões de sementes em 2,2 mil hectares de terra dentro da cidade. 

Por muito tempo, o Rio sofreu com o desmatamento de suas encostas devido ao crescimento desordenado da cidade. Isso causou não só a erosão do solo, mas também poluição (com sedimentos) das nascentes, enchentes e deslizamentos de terra. Pior, deu origem a uma série de poças carregadas de mosquitos causadores de doenças.

Sem público, os meios de comunicação públicos não fazem sentido

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Estou em Brasília, no IV Fórum Internacional de Mídias Públicas na América Latina. Os especialistas no tema -- bem como os que têm responsabilidade diária de gerenciar os meios de comunicação do Estado -- estão aqui para compartilhar seus pontos de vista sobre o que parece ser um fenômeno na região: o renascimento dos meios públicos de comunicação.

Esse renascimento se evidencia em experiências como as do canal municipal de Medellín (na Colômbia), da agência Notimex, do canal Once (México) e do Brasil 4D, projeto da EBC para levar melhores serviços públicos por meio da TV digital terrestre.

Sem dúvida, uma das principais contribuições ao debate foi o livro Caixas Mágicas, cofinanciado pelo Banco Mundial, que faz uma revisão dos modelos de televisão pública na América Latina e traça algumas análises para o futuro.

Um dos autores do livro, Luís Arroyo, apresentou a seguinte reflexão sobre o papel dos meios públicos de comunicação e sua utilidade à sociedade. Assista e comente: você concorda com ele? Espero seus comentários!

 

"Sem público, os meios de comunicação públicos não fazem sentido" - Luis Arroyo

 

O Rio Grande do Sul se veste de lilás pelo fim da violência contra a mulher

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Imagine a cena: você, mulher, sofre algum tipo de violência – física, psicológica, sexual, por exemplo – e vai ao Departamento Médico-Legal para fazer o exame de corpo de delito. Lá, machucada no corpo e na alma, você precisa dividir a sala de espera com a mesma pessoa que a agrediu. Enquanto isso, do lado de fora, a todo momento passam presos acompanhados pelas polícias Civil ou Militar.

O que está impedindo a América Latina de se tornar uma grande potência no setor de alimentos?

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As Nações Unidas estimam que a demanda por alimentos vá duplicar quando a população chegar a nove bilhões em 2050, sendo que a maior parte desse crescimento se dará nos países em desenvolvimento.
 
Embora as previsões pessimistas de Malthus e de uma longa lista de neomalthusianos não tenham se concretizado, ainda assim é preciso se perguntar como todas essas bocas famintas serão alimentadas.
 
O que é necessário fazer para garantir que a recente crise alimentar não se torne uma característica permanente do mundo no futuro? Embora os países da América Latina e do Caribe sejam bastante heterogêneos em seu potencial produtivo, eles estão em geral bem aparelhados para contribuir para a superação desse desafio.

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