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Agriculture and Rural Development

O que está impedindo a América Latina de se tornar uma grande potência no setor de alimentos?

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As Nações Unidas estimam que a demanda por alimentos vá duplicar quando a população chegar a nove bilhões em 2050, sendo que a maior parte desse crescimento se dará nos países em desenvolvimento.
 
Embora as previsões pessimistas de Malthus e de uma longa lista de neomalthusianos não tenham se concretizado, ainda assim é preciso se perguntar como todas essas bocas famintas serão alimentadas.
 
O que é necessário fazer para garantir que a recente crise alimentar não se torne uma característica permanente do mundo no futuro? Embora os países da América Latina e do Caribe sejam bastante heterogêneos em seu potencial produtivo, eles estão em geral bem aparelhados para contribuir para a superação desse desafio.

Alta do preço dos alimentos: chegou a hora de agir de acordo com o que se prega?

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Não se pode contestar que o alto preço dos alimentos está sendo muito prejudicial às famílias, às empresas e aos governos na América Latina por exacerbar os efeitos potencialmente catastróficos nos orçamentos das pessoas e da economia como um todo.

América Latina: Deveria a febre global de preços dos alimentos nos dar calafrios?

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Com a nova escalada de preços dos alimentos, a terceira em cinco anos, também aumenta a preocupação com a segurança alimentar global. Imediatamente, três perguntas vêm à mente: Por que isso está acontecendo? Como isso afeta a América Latina e o Caribe? O que podemos fazer a respeito disso?

A Elevação do Preço dos Alimentos Prejudica Realmente os Pobres?

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Os leitores mais velhos ainda devem se lembrar da tese de Prebisch-Singer: a proposição de que os países em desenvolvimento, se comparados às nações industrializadas, sofrem uma deterioração “secular” em suas atividades de comércio porque os preços das commodities apresentam uma tendência de declínio no longo prazo em relação ao que acontece com os manufaturados… O argumento sugeria que os países pobres e os produtores rurais menos abastados que constituíam a maior parte da sua população eram vítimas dos contínuos declínios no preço dos alimentos e de outros produtos primários dos quais eram produtores líquidos.