Syndicate content

Education

Em 2014, o Brasil quer ganhar muito mais do que a Copa do Mundo

Mariana Ceratti's picture
Also available in: English | Español
A estudante piauiense Tamires Rodrigues tem um ponto em comum com alguns dos melhores artilheiros do mundo: começa de baixo, enxerga longe e sabe exatamente como quer botar a bola no gol.

Assim como Tamires, o Brasil sonha marcar um golaço. Em 2014, além de vencer a Copa do Mundo, o país quer ter 1 milhão de pessoas estudando nos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)
    

O dia letivo é muito curto na América Latina?

Peter Holland's picture

Also available in English, Spanish

Um maior número de horas em sala de aula significa melhores notas? Passar mais tempo na escola é um tema que vem sendo discutido como uma solução para melhorar o desempenho acadêmico dos alunos, visando tornar os países mais competitivos na economia global.

Isto é igualmente verdadeiro para as nações emergentes e avançadas.

Após duas décadas, ainda não estamos falando o suficiente sobre sexo

Keith Hansen's picture

Also available in English, Spanish, French

 

 

À medida que a atenção do mundo se volta para a Conferência Internacional sobre AIDS, realizada esta semana, em Washington D.C,  vale a pena destacar  o importante trabalho realizado pela América Latina e o Caribe (i) na abordagem do HIV/AIDS (i).

Nas duas últimas décadas, a região aumentou de modo significativo o nível de debate e de conscientização sobre esse tema, desenvolvendo  estratégias nacionais contra o HIV/AIDS (i),  integrando respostas à epidemia aos sistemas de saúde e garantindo  uma conscientização quase  universal sobre os fatores de risco para transmissão do HIV. Mas ainda não estamos falando o suficiente sobre sexo.

 

Haiti: Sinais palpáveis de progresso, dois anos depois do terremoto

James Martone's picture

Disponível em: English, Español

Milome Brilliere Elementary now has walls and a roof after the old school totally collapsed in the 2010 quake

Há doze meses, a escola Milome Brilliere, de Porto Príncipe, ainda estava funcionando em uma estrutura temporária feita de lona e madeira velha.  Quando a visitamos há algumas semanas – como parte de uma missão para registrar o andamento da reconstrução do Haiti –, constatamos que novas paredes de concreto haviam sido construídas e que finalmente havia um telhado permanente.

Clémont Renold, desempregado e pai de três filhos, estava lá. “É um grande alívio”, comentou a respeito da nova escola e dos esforços internacionais para erguer o sistema educacional haitiano.