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Gender

Se você visse uma viatura policial decorada de lilás na sua rua, o que faria?

Nádia Gerhard's picture
(Foto: Camila Domingues/Palácio Piratini/Divulgação)


 
O que você faria? Olharia com espanto? Tiraria uma foto? Faria uma queixa?


Nos bairros mais violentos do Rio Grande do Sul, as reações são as mais diversas. Variam da curiosidade das crianças ao alívio de dezenas de mulheres cansadas de sofrer com as agressões masculinas. 

O Rio Grande do Sul se veste de lilás pelo fim da violência contra a mulher

Andréa Brochier Machado's picture

Imagine a cena: você, mulher, sofre algum tipo de violência – física, psicológica, sexual, por exemplo – e vai ao Departamento Médico-Legal para fazer o exame de corpo de delito. Lá, machucada no corpo e na alma, você precisa dividir a sala de espera com a mesma pessoa que a agrediu. Enquanto isso, do lado de fora, a todo momento passam presos acompanhados pelas polícias Civil ou Militar.

Mulheres latino-americanas fomentam a prosperidade da região

Joao Pedro Azevedo's picture

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As mulheres estão se tornando progressivamente as parceiras mais importantes no desenvolvimento da América Latina. Mães, estudantes, profissionais atuantes, mulheres de todas as origens são hoje a força motora da revolução de gênero que contribuiu de modo bastante significativo para a prosperidade de nossa região.

Na última década, os países latino-americanos apresentaram um expressivo avanço na redução da pobreza e da desigualdade. Agora sabemos que uma grande parte desse progresso pode ser creditado às mulheres. Isto é tão verdadeiro que, se não houvesse tantas mulheres participando da força de trabalho, a pobreza extrema na região teria sido 30% maior em 2010. Algo semelhante pode ser dito sobre o recente progresso da região face à persistente desigualdade, como enfatiza o relatório Poverty and Labor Brief: The Effect of Women’s Economic Power in Latin America and the Caribbean (Informe sobre Pobreza e Trabalho: O efeito do poder econômico das mulheres na América Latina e no Caribe).