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Social Development

Ser indígena no Brasil: um cotidiano de pequenos e grandes preconceitos

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Os pais do apinajé Oscar Fernandes (foto), do norte de Tocantins, queriam registrá-lo como Wanhmẽ. Não conseguiram.

“Chegaram ao cartório e os escrivães simplesmente não deixaram registrar um nome que não fosse português. Eles me deram um nome qualquer e, no fim, puseram o do meu povo só para constar”, conta o jovem, que hoje trabalha em uma associação indígena.

A ciência da prestação de serviços de infraestrutura

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A parte realmente interessante de trabalhar em infraestrutura é todos conhecerem a própria tarefa.
 
Nós todos pagamos contas, ficamos sem energia durante tempestades e nos preocupamos com a qualidade da água que vamos beber.  Nós todos já ficamos repetindo “Alô? Alô” até percebermos que a ligação telefônica caiu depois de termos confessado “eu te amo” a um pedaço de plástico desconectado.

Em 2014, o Brasil quer ganhar muito mais do que a Copa do Mundo

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A estudante piauiense Tamires Rodrigues tem um ponto em comum com alguns dos melhores artilheiros do mundo: começa de baixo, enxerga longe e sabe exatamente como quer botar a bola no gol.

Assim como Tamires, o Brasil sonha marcar um golaço. Em 2014, além de vencer a Copa do Mundo, o país quer ter 1 milhão de pessoas estudando nos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)