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Transport

E se pudéssemos ajudar as cidades a planejarem de forma eficaz um futuro com um nível mais baixo de carbono?

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Banco Mundial

Se a mudança do clima fosse um quebra-cabeça, as cidades seriam uma peça-chave bem no centro. Isso foi reforçado por mais de 100 países no mundo inteiro, destacando as cidades como elemento crítico de suas estratégias de redução da emissão de gases de efeito estufa (GHG) em seus planos climáticos nacionais (também conhecidos como Contribuições Intencionais Nacionalmente Determinadas/INDCs) apresentados à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) em 2015.

Desde a subsequente assinatura do Acordo de Paris, esses países mudaram de rumo e passaram a transformar seus planos climáticos em ações. E se, como muitos se perguntaram, pudéssemos encontrar uma forma econômica e eficiente para ajudar as cidades – tanto nos países em desenvolvimento quanto nos desenvolvidos – a adotarem um caminho de crescimento de baixo carbono?

A segurança no trânsito é uma questão de equidade para as pessoas de baixa renda

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Street traffic in Kathmandu, Nepal. © Simone D. McCourtie/World Bank


​A segurança no trânsito talvez não seja o primeiro pensamento a vir à mente quando se fala de erradicar a pobreza. Mas a segurança no trânsito afeta sumamente as pessoas mais pobres do mundo.
 
Consideremos o caso da África. Enquanto todas as outras regiões do mundo registraram um declínio nas taxas de fatalidades rodoviárias de 2010 a 2013, a taxa da África aumentou. Esse continente tem agora a mais alta taxa regional de fatalidade com 27 mortes para cada 100.000 habitantes. A parcela no número total de mortes nos países de baixa renda aumentou de 12% para 16% no mesmo período. No entanto, esses países representam apenas 1% do número total de veículos do mundo.