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Social Development

Cacau baiano: uma doce despedida

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O mel de cacau tem provavelmente o sabor mais doce e intenso que já provei na vida. É extraído da pele branca que reveste as sementes frescas do cacau, que são envoltas em uma folha de bananeira até que todo o suco tenha saído. Essa é apenas uma das delícias tropicais que tive o privilégio de experimentar durante minha recente viagem ao estado da Bahia, no Nordeste do Brasil. Também teve açaí, jaca, cupuaçu, cajá (esses últimos dois geralmente consumidos como suco), licuri (coquinho de uma palmeira usado para a produção de óleo, mas também consumido torrado e salgado), bananas e – claro – chocolate.

Ser indígena no Brasil: um cotidiano de pequenos e grandes preconceitos

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Os pais do apinajé Oscar Fernandes (foto), do norte de Tocantins, queriam registrá-lo como Wanhmẽ. Não conseguiram.

“Chegaram ao cartório e os escrivães simplesmente não deixaram registrar um nome que não fosse português. Eles me deram um nome qualquer e, no fim, puseram o do meu povo só para constar”, conta o jovem, que hoje trabalha em uma associação indígena.

A ciência da prestação de serviços de infraestrutura

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A parte realmente interessante de trabalhar em infraestrutura é todos conhecerem a própria tarefa.
 
Nós todos pagamos contas, ficamos sem energia durante tempestades e nos preocupamos com a qualidade da água que vamos beber.  Nós todos já ficamos repetindo “Alô? Alô” até percebermos que a ligação telefônica caiu depois de termos confessado “eu te amo” a um pedaço de plástico desconectado.

Em 2014, o Brasil quer ganhar muito mais do que a Copa do Mundo

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A estudante piauiense Tamires Rodrigues tem um ponto em comum com alguns dos melhores artilheiros do mundo: começa de baixo, enxerga longe e sabe exatamente como quer botar a bola no gol.

Assim como Tamires, o Brasil sonha marcar um golaço. Em 2014, além de vencer a Copa do Mundo, o país quer ter 1 milhão de pessoas estudando nos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)